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<title>Melhor blog </title>
<link>http://welinton_leonel.nireblog.com</link>
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<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 20:44:07 +0100</pubDate>
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<title>Melhor blog </title>
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	<title>o sistema solar</title>
	<link>http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/o-sistema-solar</link>
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		<description><![CDATA[<p>O Sistema Solar tem como elemento principal uma estrela anã e amarela com cerca de cinco bilhões de anos de idade - o Sol -  ao redor dela nós encontramos, planetas, planatas anões, satélites, meteoróides, asteróides e cometas distribuídos numa extensa região de quase vinte bilhões de quilômetros. Da nuvem estelar que deu origem a nossa estrela e demais corpos há mais de cinco bilhões de anos, 99,9% de sua massa formou o Sol e o restante 0,1% pertence aos demais corpos do Sistema Solar. O estudo do Sistema Solar, nos permitiu conhecer muito bem o nosso Sol e a exploração planetária trouxe a Humanidade uma nova visão desse conjunto pelo Estudo Comparativo entre planetas, ou melhor dizendo: a Planetologia. Nosso planeta Terra ocupa uma situação muito especial por ter permitido a manutenção de formas de vida por períodos muito longos, situação essa que nós não encontramos nos demais planetas. Entender o Sistema Solar significa valorizar a Terra e como  nós devemos nos comportar para permitir uma existência profícua dela. </p>
<p>No decorrer dessas páginas nós veremos as características dos componentes do Sistema Solar. O nosso objetivo é conseguir alguma compreensão dele a partir de uma série de comparações com base no conhecimento atual sobre o nosso planeta Terra e o nosso satélite natural - a Lua, pois são os dois corpos celestes que têm o maior número de informações disponíveis. Enquadram-se como características dos planetas e satélites as seguintes observaçôes: atmosfera, superfície, composição, estrutura. Quanto ao comportamento nós podemos considerar o seguinte: localização no sistema, órbita, movimentos (translação, rotação, precessão, etc...). </p>
<p>Os Planetas são corpos celestes cuja massa não é suficiente para gerar energia como as estrelas, os quais estão em órbita ao redor de uma. A medida do raio não pode constituir limite para diferenciar um planeta de uma estrela, pois existem estrelas de raio reduzido e massa muito superior à de um planeta. Por exemplo, uma anã branca, que possui um raio igual ao da Terra, tem sua massa estimada em cerca de 300.000 vezes a massa terrestre. </p>
<p>Os planetas do Sistema Solar são divididos habitualmente em dois grupos: Os quatro primeiros a partir do Sol são os planetas terrestres, ou telúricos, ou interiores (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) e os quatro seguintes são os planetas jovianos ou exteriores (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno). Devido à grande distância e à natureza da vizinhança ao redor de Plultão, hoje ele está classificado como um planeta anão. Um outro grupo de classificação recente refere-se a inclusão dos objetos transnetunianos em relação aos asteróides além da órbita de Netuno. Os parâmetros de maior importância para essa divisão são os seguintes: </p>
<p>Os planetas terrestres apresentam: massa pequena, grande densidade, pequena distância do Sol, poucos ou nenhum satélite e são compostos de elementos pesados.<br />
Os planetas jovianos apresentam: grande massa, pequena densidade, grande distância do Sol, muitos satélites e são compostos de elementos leves, principalmente hidrogênio e hélio.<br />
Como sabemos, ao olhar para o céu, o que é um planeta ou uma estrela? Existem duas diferenças básicas entre planetas e estrelas, que podem ser identificadas por qualquer pessoa com pouca experiência no assunto. </p>
<p>A primeira é que o planeta não cintila como as estrelas. É claro que existem no céu estrelas que parecem não cintilar, principalmente aos olhos de quem não está acostumado a observá-las. Nesse caso entra a segunda diferença. Quando você observar um objeto no céu e suspeitar que é um planeta, mas não tem certeza, faça o seguinte: Fixe algumas referências utilizando as estrelas ao seu redor, de preferência faça um desenho em escala assinalando o objeto a ser observado, e observe por uns vinte ou vinte e cinco dias. Se esse objeto mudar de posição em relação às referências, certamente esse objeto será um planeta. Podemos colocar a coisa dessa maneira, pois para pequenos intervalos de tempo podemos considerar as estrelas como fixas. Já os planetas, como a tradução da palavra diz, errante, movimentam-se em relação às estrelas. </p>
<p>Além dos planetas, entre as órbitas de Marte e Júpiter nós encontramos o Cinturão de Asteróides e recentemente nós tivemos a descoberta de uma série de corpos celestes pequenos além da órbita de Plutão. Hoje essa região chama-se Cinturão de Kuiper e é composto por asteróides e fragmentos de gelo. O Cinturão de Kuiper gerou uma polêmica e hoje Plutão tem como descrição da sua categoria o termo planeta anão.<br />
O Sol é a estrela mais próxima de nós. Todos os planetas do sistema solar giram ao seu redor e cada um com um período diferente. Ele é o responsável pelo suprimento de energia da maioria dos planetas. Quando as pessoas visitam observatórios as perguntas mais comuns que surgem a respeito do Sol são: o que é o Sol e como ele funciona? Do que ele é feito? Mas, antes de responder a essas perguntas veremos alguns dados curiosos a respeito do Sol. </p>
<p>O Sol só é uma estrela por causa da grande quantidade de massa que ele tem, 334.672 vezes a massa da Terra. Ele é constituído, principalmente dos gases hidrogênio e hélio, os dois gases mais leves que temos Quando se diz que o Sol tem quase 98% de gases a pergunta mais comum que aparece é: como é possível o Sol ter tanta massa, ser tão grande sendo formado de gases? </p>
<p>Bem, essa é uma longa história e que nem mesmo os cientistas que estudam o Sol e outras estrelas sabem explicar exatamente como acontece, mas uma coisa eles sabem: Antes de existir o Sol e os planetas o que existia no lugar do sistema solar era uma enorme nuvem de gases e poeira muito maior que o sistema solar. Os gases são os que conhecemos: oxigênio, nitrogênio e principal-mente hidrogênio e hélio; a poeira são todos os outros elementos químicos; ferro, ouro, urânio, etc... mas, a grande parte dessa nuvem era o hidrogênio e o hélio. Por algum motivo que ainda não é bem explicado essa nuvem encontrou condições para se aglomerar, se juntar em pequenos blocos, esses blocos começaram a se juntar em blocos cada vez maiores. Um desses blocos, o que se formou primeiro, no centro da nuvem, ficou tão grande e pesado que sua força gravitacional tornou-se suficiente para reter os gases com muita facilidade. Esse bloco aumentou tanto de tamanho e massa que acabou por se transformar numa estrela: o Sol. Os blocos menores que se formaram ao redor do bloco central deram origem aos planetas. CUIDADO! Muitas pessoas pensam que os planetas são pequenas bolhas expelidas pelo Sol. Isso porque os cientistas do século passado e começo deste século pensavam assim. Hoje em dia sabe-se que isso não é verdade. A teoria da nuvem de gás e poeira é a mais aceita entre cientistas atuais.
</p>
<p><a href="http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/o-sistema-solar#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 11:40:08 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>SISTEMA SOLAR E O SOL</title>
	<link>http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/sistema-solar-e-o-sol</link>
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		<description><![CDATA[<p>O Sistema Solar tem como elemento principal uma estrela anã e amarela com cerca de cinco bilhões de anos de idade - o Sol -  ao redor dela nós encontramos, planetas, planatas anões, satélites, meteoróides, asteróides e cometas distribuídos numa extensa região de quase vinte bilhões de quilômetros. Da nuvem estelar que deu origem a nossa estrela e demais corpos há mais de cinco bilhões de anos, 99,9% de sua massa formou o Sol e o restante 0,1% pertence aos demais corpos do Sistema Solar. O estudo do Sistema Solar, nos permitiu conhecer muito bem o nosso Sol e a exploração planetária trouxe a Humanidade uma nova visão desse conjunto pelo Estudo Comparativo entre planetas, ou melhor dizendo: a Planetologia. Nosso planeta Terra ocupa uma situação muito especial por ter permitido a manutenção de formas de vida por períodos muito longos, situação essa que nós não encontramos nos demais planetas. Entender o Sistema Solar significa valorizar a Terra e como  nós devemos nos comportar para permitir uma existência profícua dela. </p>
<p>No decorrer dessas páginas nós veremos as características dos componentes do Sistema Solar. O nosso objetivo é conseguir alguma compreensão dele a partir de uma série de comparações com base no conhecimento atual sobre o nosso planeta Terra e o nosso satélite natural - a Lua, pois são os dois corpos celestes que têm o maior número de informações disponíveis. Enquadram-se como características dos planetas e satélites as seguintes observaçôes: atmosfera, superfície, composição, estrutura. Quanto ao comportamento nós podemos considerar o seguinte: localização no sistema, órbita, movimentos (translação, rotação, precessão, etc...). </p>
<p>Os Planetas são corpos celestes cuja massa não é suficiente para gerar energia como as estrelas, os quais estão em órbita ao redor de uma. A medida do raio não pode constituir limite para diferenciar um planeta de uma estrela, pois existem estrelas de raio reduzido e massa muito superior à de um planeta. Por exemplo, uma anã branca, que possui um raio igual ao da Terra, tem sua massa estimada em cerca de 300.000 vezes a massa terrestre. </p>
<p>Os planetas do Sistema Solar são divididos habitualmente em dois grupos: Os quatro primeiros a partir do Sol são os planetas terrestres, ou telúricos, ou interiores (Merc
</p>
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	<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 11:38:53 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>rotaçao e translaçao</title>
	<link>http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/rotacao-e-translacao</link>
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		<description><![CDATA[<p>Porque só se fala em translação e rotação da Terra?<br />
      Porque niguém comenta sobre um certo movimento que a Terra faz e que mudará os oceanos e os polos de lugar?</p>
<p>      Porque a Terra é ligeiramente inclinada? É devido a esse movimento que tem um ciclo de 25.000 anos: trocando em miudos, o polo norte vai virar polo sul e vice-versa, literalmente o sertão vai virar mar!, É po isso que quem mora em área praieira tem de fazer contenção para que a água do mar não invada seus lares, a curtoprazo pode até dar resultado, mas a longo prazo o indivíduo vai ter de se retirar do local, pois não terá como evitar a tomada do local pelo mar, enquanto que de outro lado, há áreas que sempre foram cobertas pelas águas e estão aparecendo... </p>
<p>      Quem souber o nome deste movimento por favor coloquem no mural, pois estou pesquisando!
</p>
<p><a href="http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/rotacao-e-translacao#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 11:38:35 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>cometas</title>
	<link>http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/cometas</link>
	<guid>http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/cometas</guid>
		<description><![CDATA[<p>Os cometas são os objetos celestes que mais deram origem a temores e superstições no passado e hoje despertam enorme curiosidade. Podem ser periódicos, como o cometa Halley e outros, que percorrem uma órbita regular ao redor do Sol. E os não-periódicos que entram no sistema solar e voltam ao espaço interestelar.<br />
Da análise da estrutura física dos cometas, quando estes estão no periélio, nós podemos dividí-lo em três partes principais a saber: </p>
<p>NÚCLEO - constatou-se que todos os fenômenos que ocorrem no cometa, tem a sua origem a partir de seus núcleos sólidos e com poucos quilômetros de diâmetro. O núcleo ao aproximar do Sol dá origem a cabeleira e cauda. Por serem corpos pequenos (baixa atração gravitacional) e movimentando-se muito rápido nas proximidades do Sol, a cada passagem pelo mesmo, ocorre um aumento muito grande da cauda, que implica em perdas de matéria. A matéria que compõem a formação dos núcleos corresponde a uma espécie de gêlo sujo com massa variando de 1,0Kg a algumas dezenas de toneladas. </p>
<p>CABELEIRA - aparece sob a forma de nebulosidade sobre o núcleo. Como uma espécie de atmosfera que pode ter seu volume muito maior que a Terra. É mais brilhante do que a cauda a qual da origem. A presença predominante de componentes simples, a base de hidrogênio, (inclusive ele neutro) e de oxigênio revela que a constituição do cometa é água em dois estados, sendo o estado líquido inexistente. </p>
<p>CAUDA - A cauda é provocada pela ação dos  ventos solares, por isso nas proximidades do Sol a cauda aumenta, pois a densidade dos ventos solares é maior. Acredita-se que a cada passagem pelo Sol o diâmetro do núcleo cometa diminua em alguns metros. Os cometas possuem dois tipos de caudas: uma constituida de poeira neutra e a outra de plasma, isto é, elétrons e gases ionizados. A primeira de cor amarelada que reflete a luz solar e a segunda em tom azulado, produzida principalmente pelo CO. A cauda é formada pela pressão eletromagnética (exercida pela luz), e pelo vento solar. É oposta à atração gravitacional, ou seja, aponta sempre na direção radial contrária a do Sol.
</p>
<p><a href="http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/cometas#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 11:36:26 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>estrela</title>
	<link>http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/estrela</link>
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		<description><![CDATA[<p>O Sistema Solar tem como elemento principal uma estrela anã e amarela com cerca de cinco bilhões de anos de idade - o Sol -  ao redor dela nós encontramos, planetas, planatas anões, satélites, meteoróides, asteróides e cometas distribuídos numa extensa região de quase vinte bilhões de quilômetros. Da nuvem estelar que deu origem a nossa estrela e demais corpos há mais de cinco bilhões de anos, 99,9% de sua massa formou o Sol e o restante 0,1% pertence aos demais corpos do Sistema Solar. O estudo do Sistema Solar, nos permitiu conhecer muito bem o nosso Sol e a exploração planetária trouxe a Humanidade uma nova visão desse conjunto pelo Estudo Comparativo entre planetas, ou melhor dizendo: a Planetologia. Nosso planeta Terra ocupa uma situação muito especial por ter permitido a manutenção de formas de vida por períodos muito longos, situação essa que nós não encontramos nos demais planetas. Entender o Sistema Solar significa valorizar a Terra e como  nós devemos nos comportar para permitir uma existência profícua dela. </p>
<p>No decorrer dessas páginas nós veremos as características dos componentes do Sistema Solar. O nosso objetivo é conseguir alguma compreensão dele a partir de uma série de comparações com base no conhecimento atual sobre o nosso planeta Terra e o nosso satélite natural - a Lua, pois são os dois corpos celestes que têm o maior número de informações disponíveis. Enquadram-se como características dos planetas e satélites as seguintes observaçôes: atmosfera, superfície, composição, estrutura. Quanto ao comportamento nós podemos considerar o seguinte: localização no sistema, órbita, movimentos (translação, rotação, precessão, etc...). </p>
<p>Os Planetas são corpos celestes cuja massa não é suficiente para gerar energia como as estrelas, os quais estão em órbita ao redor de uma. A medida do raio não pode constituir limite para diferenciar um planeta de uma estrela, pois existem estrelas de raio reduzido e massa muito superior à de um planeta. Por exemplo, uma anã branca, que possui um raio igual ao da Terra, tem sua massa estimada em cerca de 300.000 vezes a massa terrestre. </p>
<p>Os planetas do Sistema Solar são divididos habitualmente em dois grupos: Os quatro primeiros a partir do Sol são os planetas terrestres, ou telúricos, ou interiores (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) e os quatro seguintes são os planetas jovianos ou exteriores (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno). Devido à grande distância e à natureza da vizinhança ao redor de Plultão, hoje ele está classificado como um planeta anão. Um outro grupo de classificação recente refere-se a inclusão dos objetos transnetunianos em relação aos asteróides além da órbita de Netuno. Os parâmetros de maior importância para essa divisão são os seguintes: </p>
<p>Os planetas terrestres apresentam: massa pequena, grande densidade, pequena distância do Sol, poucos ou nenhum satélite e são compostos de elementos pesados.<br />
Os planetas jovianos apresentam: grande massa, pequena densidade, grande distância do Sol, muitos satélites e são compostos de elementos leves, principalmente hidrogênio e hélio.<br />
Como sabemos, ao olhar para o céu, o que é um planeta ou uma estrela? Existem duas diferenças básicas entre planetas e estrelas, que podem ser identificadas por qualquer pessoa com pouca experiência no assunto. </p>
<p>A primeira é que o planeta não cintila como as estrelas. É claro que existem no céu estrelas que parecem não cintilar, principalmente aos olhos de quem não está acostumado a observá-las. Nesse caso entra a segunda diferença. Quando você observar um objeto no céu e suspeitar que é um planeta, mas não tem certeza, faça o seguinte: Fixe algumas referências utilizando as estrelas ao seu redor, de preferência faça um desenho em escala assinalando o objeto a ser observado, e observe por uns vinte ou vinte e cinco dias. Se esse objeto mudar de posição em relação às referências, certamente esse objeto será um planeta. Podemos colocar a coisa dessa maneira, pois para pequenos intervalos de tempo podemos considerar as estrelas como fixas. Já os planetas, como a tradução da palavra diz, errante, movimentam-se em relação às estrelas. </p>
<p>Além dos planetas, entre as órbitas de Marte e Júpiter nós encontramos o Cinturão de Asteróides e recentemente nós tivemos a descoberta de uma série de corpos celestes pequenos além da órbita de Plutão. Hoje essa região chama-se Cinturão de Kuiper e é composto por asteróides e fragmentos de gelo. O Cinturão de Kuiper gerou uma polêmica e hoje Plutão tem como descrição da sua categoria o termo planeta anão.
</p>
<p><a href="http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/estrela#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 11:35:48 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>satelite artificial</title>
	<link>http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/satelite-artificial</link>
	<guid>http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/satelite-artificial</guid>
		<description><![CDATA[<p>Um satélite artificial é qualquer corpo feito pela mão humana que orbita um planeta. Atualmente estão em órbita, para alem dos satélites do sistema GPS, satélites de comunicações, satélites científicos, satélites militares e uma grande quantidade de lixo espacial.</p>
<p>Os satélites de comunicações são satélites que retransmitem sinais entre pontos distantes da Terra. Estes satélites servem para retransmitir sinais de televisão, rádio ou mesmo telefone. Os chamados telefones satélite baseiam-se numa rede Iridium, uma rede de satélites de baixa altitude.</p>
<p>Os satélites científicos são utilizados para observar a Terra ou o espaço ou para realizar experiências em microgravidade. Os satélites de observação da Terra permitem estudar as mudanças climáticas, para estudar os recursos naturais ou para observar fenómenos naturais. O Espaço é o local ideal para a realização de observações astronómicas já que a luz emitida pelas estrelas não é perturbada pela atmosfera terrestre. Por este motivo é que os cientistas optaram por colocar o telescópio Hubble em órbita. O espaço é também o local ideal para se realizarem experiências em condições de microgravidade. Estas experiências são realizadas a bordo do módulo orbital do Vaivém Espacial e a bordo da Estação Espacial Internacional.</p>
<p>Um satélite artificial comporta-se da mesma forma que o Vaivém Espacial quando este está com seus jatos desligados. Um satélite artificial descreve uma órbita aproximadamente circular em torno da Terra. A trajectória de um corpo depende, normalmente de três fatores:- da força resultante;- da altitude;- da velocidade inicial.</p>
<p>Em primeira aproximação, o satélite é afetado por uma única força, a força gravitacional exercida no satélite pela Terra. A intensidade desta força determina-se pela Lei da Atração Universal. Por outro lado, e pela 2ª lei de Newton, a intensidade da força é diretamente proporcional à intensidade da aceleração. A aceleração tem a mesma direcção e o mesmo sentido que a força gravitacional.
</p>
<p><a href="http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/satelite-artificial#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 11:34:16 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>satelite natural</title>
	<link>http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/satelite-natural</link>
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		<description><![CDATA[<p>Um satélite natural ou lua (em letra minúscula) ou ainda planeta secundário é um astro que circula em torno de um planeta principal, isto é, não orbita em torno de uma estrela. Por exemplo, a Lua é um satélite da Terra.</p>
<p>Porém, algumas luas são maiores que alguns planetas principais, como Ganímedes e Titã, satélites de Júpiter e Saturno, respectivamente, que são maiores que Mercúrio . Assim sendo estes satélites, se orbitassem o Sol, seriam mundos de pleno direito. Apesar disso, existem outros satélites que são muito menores e têm menos de 5 km de diâmetro, como várias luas do planeta Júpiter.</p>
<p>Caronte, a lua de Plutão tem mais ou menos metade do diâmetro deste último, o que leva certos astrônomos a pensarem no conjunto como um planeta duplo. De facto, o próprio sistema Terra-Lua (apesar desta última não ter mais do que um quarto do diâmetro da Terra) é, também, considerado como um planeta duplo.
</p>
<p><a href="http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/03/06/satelite-natural#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 11:33:53 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>SISTEMA SOLAR E O SOL</title>
	<link>http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/02/27/sistema-solar-e-o-sol</link>
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		<description><![CDATA[<p>O Sistema Solar tem como elemento principal uma estrela anã e amarela com cerca de cinco bilhões de anos de idade - o Sol -  ao redor dela nós encontramos, planetas, planatas anões, satélites, meteoróides, asteróides e cometas distribuídos numa extensa região de quase vinte bilhões de quilômetros. Da nuvem estelar que deu origem a nossa estrela e demais corpos há mais de cinco bilhões de anos, 99,9% de sua massa formou o Sol e o restante 0,1% pertence aos demais corpos do Sistema Solar. O estudo do Sistema Solar, nos permitiu conhecer muito bem o nosso Sol e a exploração planetária trouxe a Humanidade uma nova visão desse conjunto pelo Estudo Comparativo entre planetas, ou melhor dizendo: a Planetologia. Nosso planeta Terra ocupa uma situação muito especial por ter permitido a manutenção de formas de vida por períodos muito longos, situação essa que nós não encontramos nos demais planetas. Entender o Sistema Solar significa valorizar a Terra e como  nós devemos nos comportar para permitir uma existência profícua dela. </p>
<p>No decorrer dessas páginas nós veremos as características dos componentes do Sistema Solar. O nosso objetivo é conseguir alguma compreensão dele a partir de uma série de comparações com base no conhecimento atual sobre o nosso planeta Terra e o nosso satélite natural - a Lua, pois são os dois corpos celestes que têm o maior número de informações disponíveis. Enquadram-se como características dos planetas e satélites as seguintes observaçôes: atmosfera, superfície, composição, estrutura. Quanto ao comportamento nós podemos considerar o seguinte: localização no sistema, órbita, movimentos (translação, rotação, precessão, etc...). </p>
<p>Os Planetas são corpos celestes cuja massa não é suficiente para gerar energia como as estrelas, os quais estão em órbita ao redor de uma. A medida do raio não pode constituir limite para diferenciar um planeta de uma estrela, pois existem estrelas de raio reduzido e massa muito superior à de um planeta. Por exemplo, uma anã branca, que possui um raio igual ao da Terra, tem sua massa estimada em cerca de 300.000 vezes a massa terrestre. </p>
<p>Os planetas do Sistema Solar são divididos habitualmente em dois grupos: Os quatro primeiros a partir do Sol são os planetas terrestres, ou telúricos, ou interiores (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) e os quatro seguintes são os planetas jovianos ou exteriores (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno). Devido à grande distância e à natureza da vizinhança ao redor de Plultão, hoje ele está classificado como um planeta anão. Um outro grupo de classificação recente refere-se a inclusão dos objetos transnetunianos em relação aos asteróides além da órbita de Netuno. Os parâmetros de maior importância para essa divisão são os seguintes: </p>
<p>Os planetas terrestres apresentam: massa pequena, grande densidade, pequena distância do Sol, poucos ou nenhum satélite e são compostos de elementos pesados.<br />
Os planetas jovianos apresentam: grande massa, pequena densidade, grande distância do Sol, muitos satélites e são compostos de elementos leves, principalmente hidrogênio e hélio.<br />
Como sabemos, ao olhar para o céu, o que é um planeta ou uma estrela? Existem duas diferenças básicas entre planetas e estrelas, que podem ser identificadas por qualquer pessoa com pouca experiência no assunto. </p>
<p>A primeira é que o planeta não cintila como as estrelas. É claro que existem no céu estrelas que parecem não cintilar, principalmente aos olhos de quem não está acostumado a observá-las. Nesse caso entra a segunda diferença. Quando você observar um objeto no céu e suspeitar que é um planeta, mas não tem certeza, faça o seguinte: Fixe algumas referências utilizando as estrelas ao seu redor, de preferência faça um desenho em escala assinalando o objeto a ser observado, e observe por uns vinte ou vinte e cinco dias. Se esse objeto mudar de posição em relação às referências, certamente esse objeto será um planeta. Podemos colocar a coisa dessa maneira, pois para pequenos intervalos de tempo podemos considerar as estrelas como fixas. Já os planetas, como a tradução da palavra diz, errante, movimentam-se em relação às estrelas. </p>
<p>Além dos planetas, entre as órbitas de Marte e Júpiter nós encontramos o Cinturão de Asteróides e recentemente nós tivemos a descoberta de uma série de corpos celestes pequenos além da órbita de Plutão. Hoje essa região chama-se Cinturão de Kuiper e é composto por asteróides e fragmentos de gelo. O Cinturão de Kuiper gerou uma polêmica e hoje Plutão tem como descrição da sua categoria o termo planeta anão.<br />
O Sol é a estrela mais próxima de nós. Todos os planetas do sistema solar giram ao seu redor e cada um com um período diferente. Ele é o responsável pelo suprimento de energia da maioria dos planetas. Quando as pessoas visitam observatórios as perguntas mais comuns que surgem a respeito do Sol são: o que é o Sol e como ele funciona? Do que ele é feito? Mas, antes de responder a essas perguntas veremos alguns dados curiosos a respeito do Sol. </p>
<p>O Sol só é uma estrela por causa da grande quantidade de massa que ele tem, 334.672 vezes a massa da Terra. Ele é constituído, principalmente dos gases hidrogênio e hélio, os dois gases mais leves que temos Quando se diz que o Sol tem quase 98% de gases a pergunta mais comum que aparece é: como é possível o Sol ter tanta massa, ser tão grande sendo formado de gases? </p>
<p>Bem, essa é uma longa história e que nem mesmo os cientistas que estudam o Sol e outras estrelas sabem explicar exatamente como acontece, mas uma coisa eles sabem: Antes de existir o Sol e os planetas o que existia no lugar do sistema solar era uma enorme nuvem de gases e poeira muito maior que o sistema solar. Os gases são os que conhecemos: oxigênio, nitrogênio e principal-mente hidrogênio e hélio; a poeira são todos os outros elementos químicos; ferro, ouro, urânio, etc... mas, a grande parte dessa nuvem era o hidrogênio e o hélio. Por algum motivo que ainda não é bem explicado essa nuvem encontrou condições para se aglomerar, se juntar em pequenos blocos, esses blocos começaram a se juntar em blocos cada vez maiores. Um desses blocos, o que se formou primeiro, no centro da nuvem, ficou tão grande e pesado que sua força gravitacional tornou-se suficiente para reter os gases com muita facilidade. Esse bloco aumentou tanto de tamanho e massa que acabou por se transformar numa estrela: o Sol. Os blocos menores que se formaram ao redor do bloco central deram origem aos planetas. CUIDADO! Muitas pessoas pensam que os planetas são pequenas bolhas expelidas pelo Sol. Isso porque os cientistas do século passado e começo deste século pensavam assim. Hoje em dia sabe-se que isso não é verdade. A teoria da nuvem de gás e poeira é a mais aceita entre cientistas atuais.
</p>
<p><a href="http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/02/27/sistema-solar-e-o-sol#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 27 Feb 2007 11:57:40 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O Sistema Solar</title>
	<link>http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/02/27/o-sistema-solar</link>
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		<description><![CDATA[<p>O nosso sistema solar consiste de uma estrela média, a que chamamos o Sol, os planetas Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano, Neptuno e Plutão. Inclui: os satélites dos planetas; numerosos cometas, asteróides, e meteoróides; e o espaço interplanetário. O Sol é a fonte mais rica de energia electromagnética (principalmente sob a forma de calor e luz) do sistema solar. A estrela conhecida mais próxima do Sol é uma estrela anã vermelha chamada Proxima Centauri, à distância de 4.3 anos-luz. O sistema solar completo, em conjunto com as estrelas locais visíveis numa noite clara, orbitam em volta do centro da nossa galáxia, um disco em espiral com 200 biliões de estrelas a que chamamos Via Láctea. A Via Láctea tem duas pequenas galáxias orbitando na proximidade, que são visíveis do hemisfério sul. Têm os nomes de Grande Nuvem de Magalhães e Pequena Nuvem de Magalhães. A galáxia grande mais próxima é a Galáxia de Andromeda. É uma galáxia em espiral, tal como a Via Láctea, mas é 4 vezes mais massiva e está a 2 milhões de anos-luz de distância. A nossa galáxia, uma de biliões de galáxias conhecidas, viaja pelo espaço intergaláctico.
</p>
<p><a href="http://welinton_leonel.nireblog.com/post/2007/02/27/o-sistema-solar#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 27 Feb 2007 11:42:18 +0100</pubDate>	</item>
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